Ela serve para quem já tem um sistema próprio — um ERP, um site, uma planilha que virou programa — e quer que os dois trabalhem juntos.
O que dá para sincronizar hoje:
- Clientes — cadastro completo, nos dois sentidos.
- Produtos e serviços — inclusive preço, categoria e estoque.
- Fornecedores.
- Contas a receber e a pagar — criar, alterar e dar baixa.
- Vendas — leitura, para conciliar o que saiu no balcão, e registro da venda que aconteceu no outro sistema (ela baixa o estoque e entra no seu faturamento).
O que ela não faz (ainda): emitir nota fiscal, mexer em estoque avulso, delivery e comanda. A emissão fiscal continua acontecendo dentro do Mais PDV, normalmente.
Quem usa isso na prática: quem tem um sistema de gestão próprio rodando num servidor e quer que ele receba os dados do caixa; quem tem um site que gera cobrança e quer que ela apareça no financeiro do Mais PDV; escritórios de contabilidade que puxam movimento.
Precisa de programador? Sim. A API é uma ferramenta para o desenvolvedor que cuida do seu outro sistema — você contrata a integração, ele lê a documentação em maispdv.com/api-docs/v1 e conecta.
Para facilitar a vida dele: se o outro sistema for feito em PHP (a maioria é), existe um arquivo pronto para baixar em Empresa → Integrações → Arquivo PHP pronto. É um arquivo só, sem instalação nem biblioteca externa: ele joga na pasta do projeto e já sai usando. Isso costuma cortar boa parte do tempo de integração.
O acesso fica em Empresa → Integrações.