- Trazer a base dele para cá, de uma vez (até 500 clientes por chamada) ou aos poucos.
- Manter os dois lados iguais: sempre que ele salvar usando o identificador do sistema dele, o cliente é criado na primeira vez e atualizado nas seguintes — sem virar cadastro repetido.
- Ler só o que mudou desde a última sincronização, em vez de baixar a base inteira todo dia.
- Achar um cliente pelo CPF ou CNPJ, com ou sem pontinho, que é o que se tem em mãos no balcão.
- Buscar por nome, e-mail ou telefone.
- Saber o que foi apagado aqui, para apagar do lado dele também (cliente excluído simplesmente some das listas — sem esse aviso, ele ficaria vivo para sempre no outro sistema).
- Gravar os Dados do Sistema — os campos livres do cadastro, como login, plano e vencimento.
- Alterar e excluir clientes.
Duas regras que evitam susto:
- CPF/CNPJ, e-mail e telefone não se repetem na mesma empresa. Se o outro sistema tentar cadastrar um CPF que já existe, a API recusa e diz qual cliente já tem aquele documento — em vez de criar um irmão gêmeo.
- Nome repetido pode. Dois "José Silva" entram sem reclamação.
Para ligar isso, a chave de API precisa das permissões de clientes (ler e/ou gravar), marcadas em Empresa → Integrações.
A lista completa de endereços, com exemplos, está em maispdv.com/api-docs/v1.